
Enternece-me essa tua permissão especial,
Essa deferência
Em adentrar o teu coração, sem reservas.
Sem precisar pedir licença,
Essa deferência
Em adentrar o teu coração, sem reservas.
Sem precisar pedir licença,
Lá me confortas
Num abraço demorado.
Acolhes-me como um colo de mãe,
Escutas-me como numa confissão
E sossegas a minha alma inquieta
Acolhes-me como um colo de mãe,
Escutas-me como numa confissão
E sossegas a minha alma inquieta
Ao mostrar meus erros e acertos.
Lá fazes-me sentir plena,
Lá fazes-me sentir plena,
Confiante de que não estou só.
Tornas-me maior, pequenina que sou.
Neste lugar, não importa se é noite
Se existe hora,
Se chove ou se faz Sol.Não importa.
Pois no teu coração
O tempo é o amor.
Tornas-me maior, pequenina que sou.
Neste lugar, não importa se é noite
Se existe hora,
Se chove ou se faz Sol.Não importa.
Pois no teu coração
O tempo é o amor.
Zilma Damasceno
5 comentários:
Seria bom se existisse um coração assim, sempre pronto a nos acolher.É um belo sonho.
Tenha certeza, Vânia...existe, sim.
É só reconhecer-se nele. É só olhar-se no espelho desse mesmo coração.
É uma bela realidade, quando se é realidade!
Mas, Zil... tá montado, prontinho e muito lindo!!!! Continue postando pra ficar cada dia mais encantador. Beijos minha amiga!
Zilma, obrigada por sua visita!
Adoro aquele poema da Cecília, ela é maravilhosa!
Adorei teu blog! Apareça sempre! venho te visitar também!
um grande abraço! Grazi
Tá na hora de estrear o ano aqui não achas??bjs.saudade!
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